Não subir à Série A, desta vez, seria frustrante sim, mas não seria nenhuma tragédia para o Leão Azul. A fase é negativa. A campanha está decrescente com o controvertido técnico Antônio Oliveira, mas a situação no campeonato ainda bem razoável.
O Remo segue candidato a subir. Se permanecer na Série B, mas tiver avanços nas estruturas física e organizacional, o clube estará no lucro. Se subir, terá verbas 10 vezes maiores e condições de acelerar a estruturação, mas com menores possibilidade de esticar a permanência na Série A. Enfim, o futuro do Remo está entre o que é bom e o que pode ser melhor.
Diferente do rival, o Paysandu está entre o que está ruim e o que pode ficar pior. Mas ainda com possibilidade de salvar a pátria, se evitar o rebaixamento. Permanecer na Série B seria uma grande glória, pelo quadro tão adverso e desafiador.
Os dois próximos jogos, contra Volta Redonda e América, ambos em Belém, serão definitivos como termômetro da capacidade de reação do time bicolor. Cair para a Série C implicaria em prejuízo moral e impacto financeiro. O clube teria que entrar numa dolorosa redução de custos.
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