A Vale e os CTs de Remo e Paysandu. O Leão e o Baenão. O Papão e a Crise Financeira


 

A construção dos CTs de Remo e Paysandu é um compromisso assumido pela Mineradora Vale para execução da mesma forma que as Usinas da Paz, do governo estadual. A empresa terá contrapartida nos impostos e vai construir os Centros de Treinamentos através de construtora parceira, bancando todos os custos, mas sem disponibilizar dinheiro aos clubes. Somente as obras.

Projetos dos próprios clubes. Remo e Paysandu vão apresentar os projetos, a equipe de engenharia civil e arquitetura da Vale vai fazer avaliação e ajustes em debate com profissionais credenciados por Leão e Papão. Saindo a versão final de cada projeto, logo as obras serão iniciadas a partir do que já foi construído pelo Leão no Outeiro, município de Belém, e pelo Papão no bairro de Águas Lindas, Ananindeua.

Agora é Baenão. O Remo tinha um planejamento que priorizava o Centro de Treinamentos no cronograma de obras. Como a Vale vai assumir a construção do CT, o estádio Baenão passa a ser o foco do clube azulino em matéria de obras. A área interna do estádio já está sendo transformada. O grande desafio é ampliar, modernizar e otimizar a área de arquibancadas, inclusive com assentos anatômicos, a área de cadeiras e a construção dos camarotes. 

O estádio do Paysandu já teve grandes avanços nos últimos anos. Agora, com o clube em grave crise financeira, nem se fala em grandes investimentos na infraestrutura, mas as ideias estão sendo amadurecidas para melhor aproveitamento dos espaços de fundos (Chaco e Curuzu), como também a transferência das cabines de imprensa para o lado da avenida Almirante Barroso.

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