O Ministério Público do Amapá (MP-AP) e a Polícia Federal deflagraram a operação "Cobro Final". A ação cumpriu 20 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão preventiva em Macapá (AP) e Teresina (PI). Segundo o MP, o grupo criminoso era formado principalmente por colombianos e atuava oferecendo empréstimos ilegais com juros abusivos, prática conhecida como "cobro" na Colômbia. Entre 2023 e 2025, o grupo movimentou mais de R$ 60 milhões.
Além da agiotagem, os suspeitos também lavavam dinheiro obtido com os empréstimos. Para isso, usavam empresas de compra e venda de veículos e movimentavam valores em contas de "laranjas". De acordo com o MP-AP, quem não pagava era ameaçado e tinha bens tomados pelos agiotas. Segundo o MP, a investigação começou após denúncia anônima recebida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Os investigados podem responder por agiotagem, organização criminosa, lavagem de dinheiro, ameaça e lesão corporal.
As penas somadas passam de 23 anos de prisão, além de multa. Segundo o MP, a investigação começou após denúncia anônima recebida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Os investigados podem responder por agiotagem, organização criminosa, lavagem de dinheiro, ameaça e lesão corporal. As penas somadas passam de 23 anos de prisão, além de multa.
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