O Remo e os Salários de R$ 500 Mil. O Paysandu e o Realinhamento Financeiro

 


O teto salarial do futebol do Pará cresce a cada ano. Até 2021, o bicolor Nicolas era o mais caro com cerca de R$ 60 mil mensais. Em 2024 ele voltou ganhando o triplo. Este ano, 220 mil para o bicolor Rossi e 200 mil para o azulino Felipe Vizeu. Em 2026 o Remo vai pagar salários de atletas acima de R$ 500 mil. 

Esse avanço não seria problema se o Paysandu não viesse em crescente endividamento, sem condições financeiras de honrar seus compromissos. O clube está em realinhamento financeiro, reduzindo os seus custos, por conta do rebaixamento à Série C, mas com graves embaraços na gestão.

SAF- A ascensão à Série A abriu diversas perspectivas para o clube azulino, inclusive de Sociedade Anônima do Futebol. Pelo menos, surgem comentários dignos de atenção sobre articulações para projeção da marca Clube do Remo dentro de um projeto de SAF. 

Globo- No caso do Remo, por ser mais um na divisão da verba da Globo. A questão é que não está estabelecido se a verba deve aumentar ou ser redividida. No caso do Paysandu, por causa do rebaixamento a Liga está cobrando devolução do dinheiro que havia antecipado ao clube bicolor.

Hélio- A disputa judicial entre o Paysandu e o ex-treinador do time Hélio dos Anjos segue rendendo nos tribunais. O Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT8) manteve a condenação em 1ª instância do time bicolor referente ao processo de mais de R$ 2,3 milhões movido pelo técnico. A decisão ainda cabe recurso.

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