Está dano o que falar, e muito, um evento realizado na Praça da Bandeira em Belém, denominado Freezone. Isso porque o instituto que organizou a festa, o ARTÔ, deixou uma dívida na praça que ultrapassa R$ 3 milhões de reais. Os representantes das empresas lesadas, com rodagem na área de eventos na capital paraense, dizem que se trata de um instituto familiar e que o titular, Giovane Ribeiro Dias, teria fugido para a cidade de Poços de Caldas, juntamente com a esposa, que foi demitida da empresa Hydro.
A empresa Masterseg Serviços de Limpeza ficou com um prejuízo de R$ 190 mil. A DNC Dragagem Naval levou um “pino” de R$ 366 mil. O “tombo” no bar foi de R$ 200 mil. A Visual Farm, segundo apurou O Antagônico, “valsou” em R$ 800 mil reais. E por aí vai.
Empresários ouvidos pela reportagem dizem que quando cobraram o pagamento ouviram de Giovani Dias o argumento de que a Associação Brasileira de Alumínio, ABAL, não teria repassado o valor integral do patrocínio. Em respeito ao contraditório O Antagônico deixa aberto o espaço para, caso queiram, os citados se manifestem sobre o caso.
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