Não há dúvidas que no jogo entre Águia e Remo, no Mangueirão, haverá um misto de comoção e constrangimento. Isso porque o jogo foi mantido, apesar da comoção causada pelo grave acidente com o ônibus da equipe marabaense, noite da última quinta-feira, dia 15, que vitimou fatalmente, Hecton Alves, preparador físico da equipe sub-20 paraense. O treinador Ronan Tyezer, segue internado na UTI em estado gravíssimo.
Pedrinho Corrêa, vice-presidente do Águia, diz que o time vai entrar em campo contra a vontade porque não haveria ocorrido um entendimento com a diretoria do Remo. O Leão se defendeu, via Marcos Bras, dizendo que concordou com o adiamento, mas não para terça-feira, 20, como queria o Águia. Segundo Braz, isso implicaria na programação montada para o time no início da temporada.
Em nota divulgada à imprensa, Ricardo Gluck Paul, presidente da FPF, disse que decidiu manter o jogo para este domingo porque as duas equipes concordaram. O que se diz, no entanto, a boca pequena, é que, mesmo diante da tragédia, que gerou comoção no país inteiro, O Águia ficou em uma ‘saia justa’, uma vez que não pode fechar os olhos para a alta renda da partida, que será dividida com o Clube do Remo. Para interlocutores, Ricardo Gluck Paul disse que vai doar a renda do jogo, a parte que cabe à Federação, às famílias do preparador físico Hecton Alves e do treinador Ronan Tyezer.
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