A polícia civil do Pará prendeu, na última sexta-feira, 23, em Baião, no nordeste paraense, a nacional Jacilena Furtado Ramalho, que se passava por advogada. O Ministério Público do Estado do Pará, por meio do promotor de justiça Alexandre Rufino, obteve decisão favorável ao pedido de prisão preventiva da acusada, acusada dos crimes de estelionato e falsidade ideológica no município de Baião.
A denúncia foi motivada por vários relatos contra a acusada, que utilizava redes sociais e aplicativo de mensagens instantâneas com a foto de outra pessoa. De acordo com as investigações, a mulher se apresentava falsamente como advogada, contatando clientes de outros profissionais da área.
Os indícios apontam que a acusada solicitava pagamentos sob a alegação de honorários advocatícios ou despesas processuais não existentes, para solicitar pagamentos indevidos - incluindo pix, pagamentos por máquinas de cartão de crédito e até mesmo entrega de dinheiro em espécie. Com base no conjunto de documentos reunidos e no requerimento do Ministério Público, a juíza de Direito Lurdilene Nunes decretou a prisão preventiva da acusada.
De acordo com a decisão, a prisão preventiva é necessária e proporcional, como forma de proteger vítimas e preservar provas.
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