O Amapá. O MP. O Concurso Público. O Salário de R$ 7.978,05. O Cronograma de Provas

 


O Ministério Público do Amapá (MP-AP) divulgou o cronograma das provas do concurso público que será realizado no dia 18 de janeiro. A Fundação Carlos Chagas (FCC), responsável pela organização, vai enviar até três dias antes o cartão de confirmação com o local do exame para o e-mail cadastrado pelos candidatos. Os horários variam conforme o cargo. Para Técnico Ministerial, a prova será aplicada pela manhã, com apresentação às 8h e fechamento dos portões às 8h30. Já os candidatos a Analista Ministerial farão a avaliação à tarde, com entrada às 14h e portões fechados às 14h30.

De acordo com o edital, em ambos os turnos a prova terá duração de quatro horas, sendo obrigatória a permanência mínima de três horas. O exame será aplicado em Macapá e Santana. Quem não receber o documento até três dias antes da prova ou tiver dúvidas sobre local, data ou horário deve entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Candidato da FCC, pelo telefone (11) 3723-4388, em dias úteis, das 10h às 16h. Os candidatos serão avaliados por questões de conhecimentos gerais, específicos e redação. Para participar, é necessário atender aos requisitos de cada função, como formação acadêmica e registro profissional quando exigido. O concurso terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado por igual período, a critério do MP-AP.

Salários e vagas

Técnico Ministerial (nível médio): R$ 5.581,38

Analista Ministerial (nível superior): R$ 7.978,05

Distribuição das vagas:

Técnico Ministerial – Apoio Administrativo: 10 vagas (7 ampla concorrência, 1 para pessoas com deficiência, 2 para candidatos negros)

Técnico Ministerial – Técnico de Informática: 1 vaga

Analista Ministerial – Administração: 1 vaga

Analista Ministerial – Engenharia Civil: 1 vaga

Analista Ministerial – Tecnologia da Informação: 1 vaga

Além das vagas imediatas, há cadastro de reserva para áreas como Psicologia, Serviço Social e Arquitetura. O edital também prevê 5% das vagas para pessoas com deficiência e 20% para candidatos negros, conforme a legislação. Está garantido ainda o uso de nome social para candidatos travestis e transexuais.

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