O Leão. O Papão. O Ano Eleitoral. O Tuma e a Permanência no Paysandu

 



Ano eleitoral no Remo e no Paysandu. Em 2026 os associados dos dois clubes irão às urnas para eleger novo presidente, assim como os vices, os novos conselheiros e presidente da Assembleia Geral. A disputa pelo cargo máximo, que é a presidência do clube, vai concentrar os debates. As eleições estão previstas para novembro. 

Mandato de três anos no Leão Azul e de dois anos no Papão, como determinam os estatutos. Antônio Carlos Teixeira se diz cansado e sinaliza que não vai disputar a reeleição. Com o clube em alta, não vão faltar candidatos para sucedê-lo, caso "Tonhão" não seja convencido a concorrer. Afinal, seria favoritíssimo.

Márcio Tuma, que era o primeiro vice, assumiu a presidência do Paysandu na renúncia de Roger Aguilera. Tudo indica que Tuma vai disputar a permanência no cargo. E mesmo com o clube em crise, é muito provável que tenha adversário. O ex-presidente Luis Omar Pinheiro sempre deixou claro o desejo de voltar a presidir o clube bicolor.

Resultados de campo terão inevitável influência na composição de chapas. O Paysandu já encerra a temporada em setembro ou outubro. Com acesso à Série B, situação imbatível. Sem acesso, largas possibilidades para a oposição. O Remo vai seguir em campo até o início de dezembro. Mas a campanha na Série A vai dizer muito sobre a disputa eleitoral azulina.

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