O Luís Vivian. O Oposto de Marcos Braz. Salvador. O Duelo dos Leões. 8 a 7 em Vitórias. Os 9 Empates


 

Luís Vagner Vivian, novo executivo de futebol do Remo, tem perfil oposto ao de Marcos Braz. É um profissional mais voltado para os processos administrativos e mais fechado nas relações com o seu entorno. Não tem a atuação política do antecessor.

O jogo Vitória x Remo, na noite desta quarta-feira,28, será o 25º confronto dos dois Leões. O retrospecto é bem equilibrado: 8 vitórias do Leão baiano, sete vitórias do Leão paraense e 9 empates. Dos 19 adversários na Série A, o Bahia é o time que tem mais confrontos com o Remo: 27. O último jogo do Remo na elite do Campeonato Brasileiro foi em 1994. Vitoria sobre o Náutico por 2 x 0. Cuca, agora técnico, fez o último gol remista.

 Facundo Bonafasi, lateral esquerdo contratado pelo Paysandu, é uma indicação do zagueiro Yeferson Quintana, também uruguaio. Não é demais lembrar que o clube bicolor tem esse nome numa homenagem à Marinha Brasileira por vitória na batalha de Paysandu, importante cidade do Uruguai.

Remo e Paysandu só tem certeza de um confronto em 2026, na primeira fase do Parazão, dia 8 de fevereiro. Poderão ter outros dois duelos no campeonato estadual e também na Copa Norte. Há ainda a hipótese de dois Re-Pas na Copa do Brasil, mas é muito improvável que ocorram. 

Se em 2025 o Papão fez sete jogos a mais que o rival, em 2026 a ordem vai se inverter, mas com números indefinidos. O bicolor terá o máximo de 10 jogos no Parazão. Fará de 5 a 10 na Copa Norte, dois ou nenhum na Copa Verde, dois ou mais na Copa do Brasil, de 19 a 27 na Série C. Ao todo, de 40 a 50 jogos.

O Remo já fez um na Supercopa Grão Pará, terá até 10 jogos no Parazão, 5 a 10 na Copa Norte, dois ou nenhum na Copa Verde, dois ou mais na Copa do Brasil e 38 na Série A. Total de 50 a 61 jogos. Por isso e pela linha de trabalho de Juan Carlos Osorio, haverá grande rotatividade no elenco azulino.

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