O Remo e a Taça da Supercopa. As Medalhas para o Águia. O Mangueirão. Os Shows e o Gramado em Frangalhos


 

Um título que rendeu crédito. A Supercopa Grão Pará é inexpressiva, mas, ter sido campeão no jogo das primeiras impressões, gerou confiança no trabalho e tranquilidade no ambiente. Foi sob medida. O Remo cumpriu a missão junto à torcida sem causar qualquer ilusão. Na vitória sobre o Águia (2 x 1), o time remista expôs os defeitos e capacidade de superá-los.
Pelo que acrescentou ao time e mais ainda pelo gol, Yago Pikachu quebrou resistências e ganhou o carinho da torcida azulina. Esta semana o atleta começa a viver em Belém os efeitos da travessia. Crédito para Pikachu, débito para o zagueiro Marlon que ficou marcado pelo lance infeliz que resultou no gol do Águia. 
Após conquistar o título da Supercopa Grão-Pará, os jogadores e a comissão técnica do Clube do Remo entregaram suas medalhas e a premiação aos atletas e comissão do Águia de Marabá. O gesto de solidariedade foi motivado pela tragédia ocorrida dias antes com a equipe sub-20 do time de Marabá.
O Paysandu já dava por descartado o zagueiro uruguaio Yeferson Quintana, mas acabou trazendo-o de volta para ser o líder do sistema defensivo, formando dupla com Lucão ou com Iarley. Falta o lateral esquerdo prometido como contratação urgente. 
A manutenção do Mangueirão tornou-se muito cara. Mais de R$ 600 mil por mês. Os grandes shows musicais são os eventos mais rentáveis para equilibrar a relação entre despesas e receitas. Mas isso não justifica as condições tão ruins do gramado no jogo de ontem. Esta semana haverá um mutirão para deixar o gramado em condições dignas para o jogo de sábado, Remo x Bragantino, na abertura do Parazão. O presidente do Remo, Tonhão, diz que tem que haver bom senso dos dirigentes e suspender shows, que estão prejudicando totalmente esse espaço, que é de futebol.

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