O Remo. O Guto Ferreira. O Daniel Paulista. Os 'Pais' do Acesso. O Marcos Braz. O Sapato Alto e a Intransigência


 

Marcos Brás continua tentando responsabilizar a diretoria do Remo pela sua saída do Leão. Verdade seja dita foi o próprio Braz quem pediu pra sair. Isso porque o ex-diretor deu passos maiores que as pernas e, quando tentou consertar, já não havia mais como. Verdade seja dita, a diretoria considerou ‘deselegante” Braz pedir pra sair na véspera do jogo com o Bragantino. O sapato alto de Braz pode ter cavado sua própria sepultura.  

No jogo contra o Avaí, por exemplo, o caldo entornou entre Braz e Guto Ferreira. Isso porque Braz mudou, na marra, a escalação. Sobrou para o Régis, que dormiu escalado e acordou no banco. E o copo foi enchendo até transbordar.  E não é só isso. É bem verdade que Braz teve seu papel na subida do Leão para a série A, mas não só ele. 

Os verdadeiros responsáveis pela chegada do Remo a elite, ressalte-se, tem as digitais dos técnicos Daniel Paulista e Guto Oliveira, ambas contratações escolhidas pelo presidente Tonhão, sem participação nenhuma de Marcos Braz. Trocando em miúdos, a atual diretoria, entre erros e acertos, está em alta junto ao torcedor, reforçando a máxima que é preciso ter humildade na caminhada e a certeza e convicção que ninguém é maior que o clube. E que venha o Bragantino na quarta-feira, com o Mangueirão lotado.

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