A AP. O Tênis Clube. O Pará Clube. As Criptomoedas. Os Investidores. O Canto da Sereia e o Conto do Paco
Diz um ditado latino que bolso de otário é na costa, com a boca para baixo. Vejam só essa história: um sujeito se tornou conhecido, principalmente nas quadras do Tênis Clube, Pará Clube e Assembleia Paraense, por desferir fortes golpes nos adversários, até então usando a raquete.
O tempo foi passando e seus pares descobriram, da pior forma, com dor no bolso, que a especialidade do tenista era, na verdade, aplicar golpes com G maiúsculo fora das quadras, o velho e conhecido “171”. Só que, nesse jogo, quem ficou correndo atrás da bola foram os investidores, tentando recuperar o dinheiro.
O caso foi o seguinte: entre conversas após as partidas de tênis foram surgindo os termos sofisticados sobre criptomoedas e operações de trade, com promessas de ganhos estratosféricos. E não deu outra: alguns sócios arriscaram. O dinheiro entrou. O retorno não.
No fim da história o prejuízo para quem arriscou foi o mesmo que ocorre quando se leva um pneu em quadra: Quando menos se percebe, os sets, e o dinheiro, viraram fumaça. E, é claro, o caso foi parar na polícia.

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