A Seap. Os Agentes. O Esquema das Tornozeleiras. Os Preços entre R$ 3 e R$ 5 Mil


 

Não é a toa que a bandidagem tá pulando o carnaval sem preocupação: a Secretaria de Administração Penitenciária do Pará esta às voltas com mais um esquema de corrupção, desta feita envolvendo tornozeleiras de monitoramento eletrônico. Estamos falando, caros leitores, de uma quadrilha atuando na Central Integrada de monitoração eletrônica. Trocando em miúdos, o preso paga para não colocar a tornozeleira. 

Os valores variam entre R$ 3 e R$ 5 mil reais. O que se diz é que na CIME tem até tabela de preço para os “serviços da casa”. E existiriam até recomendações: não colocar a tornozeleira, o tal do famoso reagendamento, sumir com os registros de violação do monitoramento do sistema, registrar que a quebra da tornozeleira foi acidente, tirar a regra do preso estar em casa de noite.

O que se comenta nas escadas e corredores da secretaria é que tem policial penal com renda incompatível com o salário, comprando até carros e casas de luxo.  Em nota enviada a O Antagônico, a Seap confirmou a procedência da denúncia, afirmando que pelo menos 10 servidores foram afastados e que o caso está sendo apurado rigorosamente pela corregedoria da SEAP e pela Polícia Civil do Pará.

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