Segundo familiares das vítimas e o Corpo de Bombeiros, Gustavo descia a tirolesa quando caiu na água e apresentou dificuldades para sair. Pedro entrou no açude para tentar socorrê-lo, mas também se afogou. Os dois tiveram parada cardiorrespiratória. Pedro morreu na manhã de domingo, pouco após dar entrada no hospital de Bonito. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico e Odontológico Legal (Imol) de Aquidauana. Gustavo chegou a ser reanimado e transferido em vaga zero para a Santa Casa de Campo Grande, mas morreu na noite do mesmo dia.
O advogado que representa os proprietários, Luiz Guilherme Pinheiro de Lacerda, falou sobre o ocorrido e disse que assim como as famílias, os responsáveis pelo local aguardam a conclusão das investigações para entender o que aconteceu. Ele explicou que a tirolesa, onde ocorreu o acidente, foi construída há quatro anos sobre um açude dentro da propriedade e, segundo ele, nunca havia apresentado problemas.
Segundo o Corpo de Bombeiros Militar, o casamento começou na noite de sábado (21) e continuou no domingo (22). A festa era realizada em uma fazenda a cerca de 20 quilômetros de Bonito. Conforme os militares, eles foram acionados após o acidente e seguiram para o local, porém devido à distância encontraram as vítimas no meio do caminho, transportadas em dois veículos particulares.
Ainda de acordo com os bombeiros, os dois jovens tiveram parada cardiorrespiratória. Um deles foi levado ao hospital de Bonito, mas não resistiu. O outro jovem foi reanimado e, após os batimentos serem restabelecidos, foi transferido em vaga zero para a Santa Casa de Campo Grande. Ele morreu no hospital durante a noite de domingo. Suspeita de eletrocussão - Em nota, a Polícia Civil diz que uma das vítimas teria sofrido uma descarga elétrica ao descer pela tirolesa e entrar em contato com a água, "momento em que a estrutura estaria possivelmente energizada". A polícia também afirma que Pedro entrou na lagoa para prestar socorro e também foi atingido por descarga elétrica.
Comentários
Postar um comentário