O Paulo Barros. A Viradouro. O Carro Jogada de Mestre e o Ilustre Convidado


 

Sem escola no Grupo Especial pela primeira vez em 16 anos, Paulo Barros reapareceu na Marquês de Sapucaí na noite de segunda-feira, 16, e não segurou a emoção. O carnavalesco surgiu no alto do tripé “Jogada de Mestre”, alegoria que remete ao desfile de 2007, quando criou o icônico tabuleiro de xadrez e colocou, de forma inédita, ritmistas sobre um carro. 

Porém, o contexto era outro: a Unidos do Viradouro, Campeã deste ano, homenageava Mestre Ciça no enredo Pra Cima, Ciça!, enquanto Paulo Barros participava, como convidado, longe do posto de criador do espetáculo.

A reaparição ocorre meses após um período turbulento, marcado por declarações que geraram forte reação no meio, entre elas, a crítica à predominância de enredos com temática africana nas escolas cariocas em 2025, e pela ausência de contrato para este Carnaval. 

Vale lembrar que, em maio do ano passado, Paulo Barros movimentou as redes ao publicar, em sequência, lembranças do título conquistado em 2017 na Portela, gesto interpretado por muitos torcedores como tentativa de se reaproximar da nova diretoria da escola. 

O movimento, entretanto, não foi bem sucedido. Mas agora, quem sabe, ele não tenha uma nova chance? A azul e branca está com vaga aberta, depois que o carnavalesco pediu demissão menos de 24 horas após o desfile, que aconteceu na primeira noite do Grupo Especial.

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