O Remo vai fazer, nesta quinta-feira, 19, em Marabá, o seu 11° jogo em um mês, já tendo acionado 37 jogadores. Nessa onda de excessos, o monitoramento da fadiga muscular dos atletas é determinante nas escolhas do técnico para prevenir lesões. É por isso que Juan Carlos Osorio mantém uma formação principal para a Série A, uma formação secundária, que empatou com Castanhal e Amazônia, e a formação mesclada que já venceu o Águia neste Parazão. Osorio disse que amanhã vai acionar o time mesclado, novamente contra o Águia. Mas ontem surgiu no clube um comentário diferente, indicando força máxima em Marabá. Vejamos!
O empate com o Amazônia e o consequente 5° lugar no campeonato estadual forçaram o Remo a viajar a Marabá. Se avançar e tiver o Cametá como adversário na semifinal, fará outra viagem ao interior, às vésperas do jogo contra o Internacional. É o preço que o Leão tem a pagar pela baixa competitividade no jogo do último domingo.
Para não fugir à regra, o rebaixado Bragantino acena com denúncia de suposta ilegalidade do atleta Renan, do Castanhal. Se a denúncia tiver desdobramento jurídico, pode render embaraços jurídicos ao campeonato, como ocorreu nos últimos três anos. Mas a FPF já adiantou que não existe a alegada ilegalidade.
Italo está justificando em campo o esforço que o Paysandu fez para contratá-lo. Em seis jogos ele fez três gols e funcionou bem nas conexões ofensivas da equipe. O técnico Júnior Rocha não lhe poupa elogios. Mas o principal artilheiro do campeonato é Leandro Sampaio, do Cametá, com quatro gols.
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