Apresentado como técnico no dia 08 de janeiro, todos os indicativos apontam trajetória curta de Juan Carlos Osório no Clube do Remo. O fato é que a diretoria do Leão já está sondando nomes para substituir o colombiano. Na cabeça da lista está o nome de Guto Ferreira, que agora poderia retornar ao comando do elenco remista, já que Marcos Braz, com quem Guto teve sérios embates, não está mais no elenco azulino.
O RexPa de domingo, com um Remo apequenado e irreconhecível em campo, lembrando um passado recente, somado a atuação bisonha e dúbia de Osório, acendeu de vez a luz de alerta no fenômeno azul. Verdade seja dita, a insatisfação de diretoria e torcida com o colombiano começou no jogo entre Remo e Mirassol, quando o time chegou a fazer 2 a 0, mas acabou cedendo o empate, graças as escolhas erradas de Ozório.
No clássico de domingo, o colombiano ouviu a torcida entoar Burroooo!!, quando o técnico resolveu colocar dois zagueiros, mesmo com o jogo empatado e vantagem numérica. O que se diz a boca pequena no Baenão é que Osório não sobreviverá até o fim de semana, nem mesmo em caso de vitória sobre o Atlético Mineiro, no jogo da segunda rodada do brasileirão, nesta quarta-feira, 11.
Superação com organização. A performance deu ao Paysandu o efeito moral de vitória no empate (1 x 1) com o Remo, sobretudo por ter jogado 90 minutos com um homem a menos. O time bicolor foi mais valente e mais estratégico. Em campo o Re-Pa ficou longe de ser espetacular.
Nas arquibancadas, porém, as torcidas deram o show habitual com os seus mosaicos, cânticos e energia plena que tornam o Re-Pa tão aplaudido no país inteiro. As produções espetaculares das torcidas merecem melhor atenção da mídia, não só com os elogios óbvios, mas também com informações sobre custos e mobilização que proporcionam o show.

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