Macapá. O Cartório Eloy Nunes. A Família Porpino. A Promotora. Os Enfermeiros. A Cartorária e a Tentativa de Sequestro
Um roteiro de novela, com direito a brigas familiares por dinheiro, disputa por poder e tentativa de homicídio. Essas (e muitas outras nuances), são o aperitivo que oferece as denúncias da advogada Patrícia Porpino, tendo como pano de fundo o cartório do 1º Ofício de Imóveis Eloy Nunes. Nos próximos dias, O Antagônico vai publicar uma série de graves denúncias envolvendo o alto escalão de autoridades do Amapá e também do Pará, todos denunciados publicamente pela advogada. Em respeito ao contraditório, deixamos aberto o espaço para, caso queiram, os citados se manifestem.
A primeira matéria, publicada hoje, narra uma tentativa de sequestro, em 2014, ocorrido dentro do cartório. A movimentação dos funcionários no dia do crime, todos agindo de maneira incomum, foi registrada pela monitoração eletrônica do cartório Eloy Nunes, onde Patrícia Porpino exercia a titularidade, com “mão de ferro”, o que passou a gerar a discórdia por parte do irmão, Marcelo Porpino Nunes, que assumiu o seu lugar no cartório.
De acordo com a denuncia da advogada Patrícia Porpino, no dia 17 de setembro de 2014, o cartório foi invadido por 3 enfermeiros (dois homens e uma mulher) e um professor de educação física, juntamente com a promotora de justiça Glaucia Porpino e também Marly Porpino Nunes, mãe de Patrícia e Gláucia. O objetivo da invasão era dopar a então cartorária (Patrícia ainda não era advogada), e levá-la a força. Patrícia afirma que depois que foi dominada, foi espancada pela sua própria irmã, a promotora de justiça Gláucia Porpino.
De acordo com a denúncia, a cartorária só não foi levada porque ameaçou chamar o desembargador Constantino Braúna. Segundo Patrícia, a promotora Glaucia ainda chegou a telefonar para a também promotora Andrea Guedes, pedindo que a mesma enviasse a guarda do Ministério Público do Amapá até o cartório, pedido negado por Andrea. Assista os vídeos abaixo. O Antagônico reforça que o espaço está aberto para o contraditório.
Comentários
Postar um comentário