O Remo. O Paysandu. O Águia. A Tuna. O Castanhal. O Bragantino. A Copa do Brasil e o Feito Histórico


 


O Pará fez história na Copa do Brasil de 2026 ao ter seis representantes pela primeira vez em sete edições, e também ao acumular uma expressiva premiação graças ao desempenho esportivo das equipes. Somados, os times paraenses garantiram R$ 14,05 milhões de reais até aqui. A dupla Re-Pa, que esteve junta na quinta fase, lidera o ranking de premiação do estado. O Remo, único representante do Pará nas oitavas de final, garantiu R$ 5 milhões, sendo R$ 2 mi por participar da etapa e mais R$ 3 mi pela classificação diante do Bahia.

Já o Paysandu, depois de estrear na 3ª fase, passou por esta e também pela quarta, e foi eliminado na última quarta-feira, pelo Vasco, na disputa da quinta etapa da competição. O desempenho rendeu R$ 4,02 milhões aos cofres do clube. O terceiro representante do Pará a ganhar mais dinheiro foi o Águia de Marabá, que disputou três fases, estreando na 2ª e caindo na 4ª, diante do Juventude, e recebendo R$ 2,85 milhões de premiação.

Eliminados na terceira fase, depois de passarem pela segunda, Tuna Luso Brasileira e Castanhal ficaram com R$ 1,78 milhão, enquanto o Bragantino-PA, eliminado logo na 1ª fase (disputados pelos clubes piores ranqueados na CBF), garantiu R$ 400 mil. Com o Remo nas oitavas de final, há possibilidade da premiação paraense ser ainda maior, já que, em caso de classificação para as quartas, o time azulino acrescentaria mais R$ 4 milhões no total de premiação. O adversário será definido através de sorteio no fim do mês de maio.

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