O Caso Yasmim Macêdo. O Lucas Magalhães. A Lancha. A Arma. O Disparo. Os 4 Anos e 10 Meses de Prisão


 

Lucas Magalhães foi absolvido nesta terça-feira (25) pelos crimes de homicídio com dolo eventual e fraude processual no caso da morte da influenciadora Yasmin Macêdo, no Pará. Ele foi condenado pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e disparo de arma de fogo, cometidos durante o passeio de lancha pelo rio Maguari, em Belém, em que Yasmin morreu em 2021. A decisão foi tomada pelo Tribunal do Júri, na 2ª Vara do Júri de Belém. A pena aplicada foi de 4 anos e 10 meses de reclusão, em regime semiaberto, com direito a recorrer em liberdade.

Yasmin morreu em dezembro de 2021, aos 21 anos, durante um passeio de lancha pelo rio Maguari, em Belém. O corpo dela foi encontrado no dia seguinte, e a causa da morte, segundo as investigações, foi afogamento. Lucas foi submetido a júri popular para responder por homicídio com dolo eventual, fraude processual e porte e disparo ilegal de arma de fogo. A soma das penas mínimas previstas para os crimes poderia chegar a 15 anos de prisão. O acusado estava em liberdade provisória desde 2023.

O caso — Yasmin Fontes Cavaleiro de Macêdo tinha 21 anos, era estudante de medicina veterinária e também atuava como influenciadora digital. Ela desapareceu em 12 de dezembro de 2021 durante um passeio de lancha pelo rio Maguari, em Belém. O corpo da jovem foi encontrado no dia seguinte, e a causa da morte, segundo as investigações, foi afogamento. Ao todo, 19 pessoas estavam na embarcação. Lucas Magalhães, proprietário da lancha, era apontado como principal suspeito.

De acordo com as investigações, Lucas teria efetuado disparos de arma de fogo durante o passeio e alterado a estrutura da embarcação antes da realização da perícia técnica.

Comentários