Mais um capítulo da novela envolvendo a inércia da Justiça paraense no caso dos honorários, até hoje não pagos, da advogada de Marabá Juracy Costa da Silva. Depois de muitas idas e vindas, a juíza Renata Milhomen, titular da Vara de Infância e Juventude, Interditos e Ausentes da Comarca de Marabá, enviou à presidência do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) — leia-se, Roberto Moura — solicitação de urgência para a reavaliação da substituição legal anteriormente definida, especialmente quanto à eventual recomposição da cadeia ordinária de substituição da 2ª Vara Cível e Empresarial de Marabá, à vista do atual provimento da Vara de Família, Sucessões e Registros Públicos.
E, acreditem os leitores, a determinação da juíza, datada de 11 de setembro, só foi efetivamente cumprida na sexta-feira (18). Isso porque a Vara se negava a cumprir a ordem, sob a alegação de que a servidora não tinha poderes de diretora da secretaria para executá-la. O que se diz é que por trás, pela frente e pelos lados da procrastinação estaria o juiz Juliano Mizuma Andrade, inconformado por ter sido retirado da condução do processo. Durma-se com esse barulho. Agora, a advogada aguarda o posicionamento do presidente do TJPA, Roberto Moura. E, enquanto isso, o tempo vai passando...
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