O Remo. O Novo Vexame no Mangueirão. A Mediocridade do Condé. O Silêncio Solene da Diretoria e a Fúria da Torcida


 

Em mais uma atuação sofrível no Mangueirão, o Clube do Remo, sob o comando do medíocre Léo Condé, deu novo vexame perdendo por 3 a 2 para o Coritiba na noite desta segunda-feira, 31 de agosto. A derrota, verdade seja dita, praticamente sacramenta a queda do Leão para a Série B. E não temos que botar só os jogadores preguiçosos e o técnico no rol dos culpados. A diretoria do Remo também tem grande parcela de responsabilidade na péssima campanha do Leão. Decisões erradas, teimosia burra e vaidade estão levando o time para o fundo do poço. Se era para passar tanta vergonha, era melhor não ter subido.

Qualquer diretoria minimamente sensata teria demitido Léo Condé logo após o jogo. Mas a insistência na permanência continua, o que pode custar mais caro ainda para o time e para o seu torcedor. Domingo, diante do gigante Flamengo, nem os mais otimistas acreditam sequer em empate. Ou seja, novo vexame anunciado. Recorrer a quem?

Desde que assumiu o Remo, Léo Condé comandou a equipe em 28 partidas. O retrospecto é de oito vitórias, sete empates e 13 derrotas. O treinador esteve à frente do Leão em competições como Copa do Brasil, Copa Norte e Campeonato Brasileiro. No entanto, é a campanha na Série A que concentra a maior parte das críticas e mantém o clube na luta contra o rebaixamento.

E o Remo terá pouco tempo para chorar as pitangas. No próximo domingo, o Leão volta a atuar em Belém e terá pela frente o Flamengo, um dos adversários mais fortes do campeonato. O confronto ganha importância não apenas pela necessidade de pontuar, mas também para o futuro do comando técnico azulino. Com o time na penúltima posição e cada vez mais distante da primeira equipe fora do Z-4, um novo resultado negativo pode elevar ainda mais a pressão sobre Condé e a diretoria.

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