A Assistente Social. A Delegacia. O Delegado. O Abuso de Poder. A Delegada. O Marido. A Perseguição Institucionalizada

 


A assistente social Albertina Oliveira denunciou nas redes sociais que foi humilhada e teve sua liberdade cerceada pelo delegado de polícia civil do Pará, Silvio Garcia, lotado na Delegacia do Guamá. No Instagram, Albertina Oliveira mãe de uma criança especial, formalizou no Ministério Público uma denúncia contra o delegado, que teria dado voz de prisão à Albertina, mantendo a mesma por sete horas na delegacia de polícia civil do Guamá. Os fatos narrados ocorreram na manhã do dia 01 de julho deste ano. Albertina foi chamada á delegacia e lá foi humilhada pelo delegado. O episódio foi gravado em áudio. (publicados abaixo).

A história tem como pano de fundo um relacionamento anterior de Albertina. A assistente social se diz perseguida pela advogada Rafaelle Nazaré Cardoso Sousa, que hoje vive maritalmente com André Luis Fernandes, pai do filho de Albertina, que é especial. Rafaelle, segundo Albertina, não aceita o fato de a mesma ter tido relacionamento anterior com André e também não aceita que os dois tenham tido um filho. Segundo Albertina, Rafaella estaria usando a polícia, a justiça e o Ministério Público em proveito pessoal. O delgado Silvio Garcia, que deu voz de prisão para Albertina dentro da delegacia do Guamá, seria amigo pessoal de Rafaelle. E a história ainda tem outros contornos.

Após ser denunciado na corregedoria da Polícia Civil o delegado Silvio Garcia, a pedido de Rafaella, indiciou o advogado de Albertina, Renan Marcelo dos Santos Nazaré, requisitando e obtendo medida protetiva, acreditem os leitores, proibindo o advogado de Albertina de se aproximar de Rafaelle. E, pra completar, em menos de 15 dias após o indiciamento, a promotora de justiça Érika Menezes, em uma agilidade processual digna de nota, denunciou criminalmente o advogado de Albertina. É mole ou quer molho!!. Com a palavra a procuradoria geral do MP, a OAB paraense e a justiça. Ouça abaixo os áudios. Em respeito ao contraditório deixamos aberto o espaço para, caso queiram, os citados se manifestem.

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